Céu me ensinou a compreender a vida
Vida que estava
completa de falsos preenchimentos
Vida vazia de tão cheia de banalidades
Céu me ensinou que a emoção
É a verdadeira ponte com Deus
Onde todo o resto é sem brilho
Caso não haja essa virtude
Céu “você” faz com
que eu sinta o pulsar
E o bater do teu coração
Em nosso primeiro tão esperado beijo
Céu amo-te e não te desejo em minha cama
Desejo-te em um lugar que próprio teu: o céu
Não saia daí, onde teu brilho garante a minha felicidade
E a dos outros que lhe cercam.
Céu onde estais posso percebê-lo e saciar a minha saudade
a qualquer tempo
Em qualquer destino, apenas admirando-o sinto-me
abraçada, acariciada!
E o restante céu deixaremos por vir, de acordo com o
tempo e o clima
Surgirão estrelas, nuvens, trovões, brisa, calmaria!
Sempre frutos da nossa relação de amor!
Que ouso esboçar com palavras o que na verdade é obra
divina!
A.L. Arantes