Se me perguntarei como estou, direi estou boba.
Se na ignorância do interlocutor ele insistir e disser:
Boba assim, boba de que?
Eu lhe direi com certeza, com clareza:
Boba de amor!
Aquele amor que faz os olhos brilharem
As mãos escorregarem
E o corpo não distinguir o que é quente ou frio
Porque ao lado dele sinto sim diversos calafrios
Uma energia tão bela é forte que me faz sorrir sem sentir
Um desejo perspicaz de beijá-lo, tocá-lo e amá-lo
E se a distancia isso não me permitir, não me preocupo
Pois assim continuo amando sem culpa
Com uma saudade faminta
Mas com uma paz infinita de que encontrei sim o
verdadeiro amor
Ass.: Ana Lúcia Arantes
13/08/20013
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