O
Brasil, meu Brasil da terra
Dos
vales que se deram o pau-brasil
Várias
cores, diversos amores
Negro,
branco, amareladinho...
Todos
muito espertinhos!
Aceitam
sua diversidade
E a
provam com a capoeira e a mulata brasileira
Mas deleitam-se
ao distorcer suas leis
Para
não se comprometerem com o cunho maior
Um
direito para todos!
Que é
desumano
Ao
garantir cotas para negros
Segregando
um grupo em detrimento a outros
Assim
ouso dizer, queremos cotas:
Para
todos! Sem definições! Sem rótulos!
Com
comprometimento em desvencilhar
A
tradição escravocrata ou qualquer outra
Que
provoque a discriminação
É certo
que neste lugar:
O negro
ama a loira
A
mulata quer o branco
E que
esse discurso é tolo, fútil e banal
Mesquinha
forma de refutar uma discussão
Mais séria
e real: A MISÉRIA!
Aula de direitos humanos (UCB)
Em 30 de outubro de 2010
A.L. Arantes
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