Meu peito está ferido
Das feridas que não sangram
Mas nos dilaceram
A ferida que devo cicatrizar
Com a macula da distancia
Muitos preocupados com as feridas da fala
Ficam esquecidos que as feridas das ações e omissões
Também queimam, corroem
E irão brevemente precisar de sutura.
Sou eu vítima dos meus excessos
Excesso de raiva hoje,
Mas antes excesso de carinho e proteção
Ohhh...e é o bicho gente
Que me deixa doente
Gosta de depositar no outro, suas falhas
Tem medo de ver suas reflexões no espelho
A gratidão que conheço ao contrário do seu pensamento
Não se crava com palavras, mas com emoções
Com atitudes e abraços...
Ainda bem que tenho a poesia para me ouvir
Assim não preciso fingir que não acontece nada
Pois hoje o que paira em mim, chama-se decepção
Mas nos dilaceram
A ferida que devo cicatrizar
Com a macula da distancia
Muitos preocupados com as feridas da fala
Ficam esquecidos que as feridas das ações e omissões
Também queimam, corroem
E irão brevemente precisar de sutura.
Sou eu vítima dos meus excessos
Excesso de raiva hoje,
Mas antes excesso de carinho e proteção
Ohhh...e é o bicho gente
Que me deixa doente
Gosta de depositar no outro, suas falhas
Tem medo de ver suas reflexões no espelho
A gratidão que conheço ao contrário do seu pensamento
Não se crava com palavras, mas com emoções
Com atitudes e abraços...
Ainda bem que tenho a poesia para me ouvir
Assim não preciso fingir que não acontece nada
Pois hoje o que paira em mim, chama-se decepção
14/07/2016 - A.L.Arantes
Nenhum comentário:
Postar um comentário